Amy Winehouse e RBD - tudo a ver!
Bruno, de 16 anos, estava lá, no meio do grupo de fãs do RBD, acampado no canteiro da Marginal do Tietê esprando o show marcado para 29/11. Em dado momento da conversa, alguém me conta que o rapaz costuma imitar a Amy Winehouse. Antes, já haviam feito um ranking dos mais “namoradores†das barracas do acampamento. Há recordistas. Mas prefiro não comentar. Nem seria ético com os rapazes e meninas. Garantem que vivem uma fase muito feliz… Ãdolos, vida sexual, escola, perspectiva de futuro, amigos e famÃlia… Provavelmente não fazem parte das tristes estatÃsticas da depressão em São Paulo.
A Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Transtornos Afetivos (ABRATA) fez um levantamento e concluiu que “a incidência de pessoas com sintomas de depressão na cidade de São Paulo chega a 22%â€. E o pior: as mulheres, os mais pobres (classes C e D) e os jovens são os mais depressivos. Um quatro – ou 25% - das pessoas que têm entre 18 e 29 sofrem dessa doença, que inclui, além dos sintomas psicológicos, aspectos fÃsicos: dores difusas pelo corpo.
Bruno e seus amigos estão longe da depressão – ao menos aparentemente. Ele imita a Amy no meio da Marginal do Tietê e o grupo “racha a o bicoâ€. Ah, os jovens…

9 de Novembro de 2008
Confesso que é minha primeira “navegada” neste blog. Muito bom, bom matar as saudades de Sampa, desta selva de pedras. Estou morando na Europa e pude ver coisas aqui nada corriqueiras. Em Portugal, a grande maioria detesta nós brasucas (porém tentam disfarçar) e muitos falam sem pestanejar e com mta convicção q SP é muito parecido com o Iraque, dou risada, porém já tive vontade de socar alguns. Em Munich, peguei um taxi onde o motorista elogiava demais a terra da garoa e me confidenciou que passou sua lua de mel na nossa cidade doida e que teve um belo jntar no terraço Italia (que taxista chiqeu meu,rs), e o mais extraordinario no meu ponto de vista.. uma certa noite, voltando do Starbucks, vi pela primeira vez nas ruas da Alemanha um mendigo, fui dar uma moeda naquela noite de -2 gruas.. adivinha? o Cara é alemão e conversou comigo num Portugues fluente, tão perfeito a ponto de dar inveja a muitos Lulas da Silva. Viveu em Sampa seis meses e se apaixonou pela cidade.. Hoje ele fala Ingles, Portugues, Frances e alemao, claro e optou por morar na rua por estar cansado da rotina e da vida que levava.. Sei la, pode nao ter muito a ver esse meu coment com o urblog, mas sao coisas q me faz lembrar e morrer de saudades de sampa