Filo porque quilo
O Garfolândia que perdoe o Urblog, mas é impossÃvel explorar Sampa sem falar de comida.
Gisele Brito almoça fora de casa todos os dias, como boa parte dos paulistanos, que estuda e/ou trabalha longe do bairro em que mora. Tornou-se, ao longo dos anos, uma especialista em restaurantes por quilo. Dotada de bom faro jornalÃstico, Gi criou um ranking dos quilos da Paulicéia. Ranking, quem sabe, não seja o melhor termo. Mas a experiência prática a transformou em crÃtica gastronômica especializada em refeições por quilo, que não ultrapassam R$ 20. “Mas também já fiquei bem satisfeita com um prato que custou R$ 3,50â€, avisa.
Gisele promete levar o Urblog aos melhores e piores da sua lista. O quilo da estréia, no entanto, é o retrato do Brasil. E de São Paulo, claro. Um restaurante, dois cardápios, dois preços. Mas sem salões separados para ricos e pobres – ufa! À esquerda, o corredor de pratos disponÃveis para quem escolhe a opção mais em conta. À direita da cordinha, um buffet mais “completoâ€, digamos. É o abismo social na hora do almoço da metrópole.
Quem tiver sugestões de restaurantes por quilo que chamem a atenção por algum motivo, envie para julianavilas@gmail.com ou urblogepocasp@gmail.com
A fachada
A fila da esquerda
A fila da direita

14 de Novembro de 2008
Ai que vergonha.
15 de Novembro de 2008
hahahahahaha adorei!!!
17 de Novembro de 2008
Muito bom, meninas, adorei. Deu pra perceber que o bufê de pobre só vale para quem quer comer arroz com feijão. Outro dia me deparei com um restaurante que tinha preço diferenciado para homem e mulher. Ah! E tem aqueles que cobram o preço fechado do prato. Bom golpe para quem faz uma montanha de macarrão, carne e batata e deixa a famÃlia esperando na mesa. Vi isso de perto no bufê da loja Etna. Deprê.