Juliana Vilas

Juliana Vilas, 29, codinome "Pássara", é repórter. Do tipo que gosta de "medir ruas" e ouvir histórias de gente de todos os tipos. Paulistana da zona norte, já morou em vários becos da cidade: Santana, Tremembé, Jaçanã, Tatuapé, Paraíso, Água Branca, Aclimação, Paulista e Bela Vista. É uma espécie de garimpeira urbana de "causos", com ou sem finais felizes.



  • Vida Pechincha
  • Sampa meu Lugar
  • SP-Paris


  • 14 de Novembro de 2008

    Filo porque quilo

    O Garfolândia que perdoe o Urblog, mas é impossível explorar Sampa sem falar de comida.

    Gisele Brito almoça fora de casa todos os dias, como boa parte dos paulistanos, que estuda e/ou trabalha longe do bairro em que mora. Tornou-se, ao longo dos anos, uma especialista em restaurantes por quilo. Dotada de bom faro jornalístico, Gi criou um ranking dos quilos da Paulicéia. Ranking, quem sabe, não seja o melhor termo. Mas a experiência prática a transformou em crítica gastronômica especializada em refeições por quilo, que não ultrapassam R$ 20. “Mas também já fiquei bem satisfeita com um prato que custou R$ 3,50â€, avisa.

    Gisele promete levar o Urblog aos melhores e piores da sua lista. O quilo da estréia, no entanto, é o retrato do Brasil. E de São Paulo, claro. Um restaurante, dois cardápios, dois preços. Mas sem salões separados para ricos e pobres – ufa! À esquerda, o corredor de pratos disponíveis para quem escolhe a opção mais em conta. À direita da cordinha, um buffet mais “completoâ€, digamos. É o abismo social na hora do almoço da metrópole.

    Quem tiver sugestões de restaurantes por quilo que chamem a atenção por algum motivo, envie para julianavilas@gmail.com ou urblogepocasp@gmail.com

    A fachada

    A fila da esquerda

    A fila da direita

    •   





    comentários dos leitores (3)

    1. Gisele Brito

      14 de Novembro de 2008

      Ai que vergonha.

    2.  
    3. Fabi

      15 de Novembro de 2008

      hahahahahaha adorei!!!

    4.  
    5. Silvana Azevedo

      17 de Novembro de 2008

      Muito bom, meninas, adorei. Deu pra perceber que o bufê de pobre só vale para quem quer comer arroz com feijão. Outro dia me deparei com um restaurante que tinha preço diferenciado para homem e mulher. Ah! E tem aqueles que cobram o preço fechado do prato. Bom golpe para quem faz uma montanha de macarrão, carne e batata e deixa a família esperando na mesa. Vi isso de perto no bufê da loja Etna. Deprê.

    6.  
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